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Título
Correlação do HPV com epigenética do câncer oral
Descrição
A incidência de câncer oral está aumentando em contraste com a diminuição da incidência de carcinomas em outros subsítios de cabeça e pescoço, apesar da prevalência reduzida de tabagismo. A infecção pelo papiloma vírus humano (HPV), e em particular o tipo 16 (HPV-16), é hoje reconhecida como um ator importante no aparecimento de HPV positivo, com diferentes características epidemiológicas, clínicas, anatômicas, radiológicas, comportamentais, biológicas e prognósticas de OPSCC negativo para HPV. De fato, o único subsítio na cabeça e pescoço com uma ligação viral etiológica demonstrada é atualmente, a orofaringe. Essas observações levam a questões sobre as escolhas de manejo para pacientes com base no status do HPV do tumor com consequências importantes no tratamento e no papel das vacinas e da terapia direcionada nos próximos anos. Pode-se afirmar que o tratamento do vírus HPV acontecem a partir do procedimento da remoção das lesões na região afetada, buscando o entendimento e a realização da intervenção de acordo com o tratamento indicado como por exemplo, o tratamento a laser de CO2, eletrocauterização e criocirurgia, que são métodos terapêuticos que ajudam na administração do caso. Desta forma o impedimento do diagnostico concludente, pode acontecer através dos exames anatomopatológico, conforme a escolha de um bom tratamento adequado como o procedimento de intervenção cirúrgica preservada e técnicas que podem influenciar no tamanho, número e localização da lesão tratada, com exceção de sua estrutura e da prioridade do usuário, custo, flexibilidade de recursos e efeito adversos. E ressaltar a importância da prevenção e os cuidados necessários.
Curso
Odontologia
Palavra-chave
Papilomavírus humano | Câncer oral | Epigenética
Orientador
Danilo Augusto Paiva Pacheco
Autor
Thallyson Cartagenes Santos

