O estudo aborda a anquiloglossia, uma condição em que o freio lingual curto limita
a mobilidade da língua, impactando funções essenciais como amamentação e fala.
O objetivo é identificar as situações em que a frenectomia lingual é indicada para
bebês, visando a melhora dessas funções. A metodologia baseia-se em uma revisão
integrativa da literatura, utilizando bases de dados como PUBMED, SCIELO e
Google Acadêmico, com descritores em português e inglês. Foram incluídos
estudos entre 2009 e 2024 que tratam da frenectomia em bebês, enquanto foram
excluídos aqueles sem foco específico no tema. Os resultados indicam que a
frenectomia é recomendada principalmente quando a anquiloglossia interfere na
amamentação, trazendo benefícios imediatos para o bebê e a mãe. No entanto, a
necessidade do procedimento ainda é debatida, e a avaliação cuidadosa por uma
equipe multidisciplinar é essencial para garantir resultados positivos a longo prazo.